Depoimentos

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Deborah Zular - 20/11/2015

Em um ano como 2015, em que as pessoas estão passando por momentos financeiros difíceis devido a todo um contexto sócio econômico, é que vemos como o ser humano é mais solidário do que imaginamos.  Apesar de tudo, vocês olham para o outro com desejo de poder ajudar e de querer ver o próximo melhor.

   O Projeto Brincar um Direito da Criança agradece por todo apoio, todas as contribuições que recebemos e que  fizeram possível realizar  todas as atividades programadas para esse ano.

    Dependemos das contribuições de vocês, nosso obrigado por confiar e acreditar na gente.

Tia Marly - 26/02/2015

Tia Marly é uma senhora simples e forte que há 17 anos trabalha com crianças carentes. Ela é a diretora e fundadora do Abrigo Casa da Tia Marly, nome dado pelos fundadores em homenagem a ela pelo lindo trabalho e dedicação por todos esses anos.

Quero compartilhar com vocês o que ela nos falou em uma conversa que eu estava junto com uma voluntária e uma coordenadora do nosso projeto organizando as datas da brinquedoteca que eles vão ganhar.

De forma muito humilde, tranquila e sincera ela disse:
"Quando chega uma criança no portão é uma história que fica para fora. Do portão pra dentro, agente cura ferida, resgata vida e planta uma semente nova" -  Tia Marly
 

Depoimento enviado por Débora Zular

Deborah Zular - 30/09/2014

Mercedes Azevedo, Jonatas Malta, Luis Carlos Santos Rodrigues de Morais, Camila Ferreira dos Santos e Rafael Maiuri Sanchez.

Muito obrigada pela grande e inestimável ajuda que recebi de vocês para a montagem das briquedotecas. Vocês foram simplesmente maravilhosos, só a energia e o astral alto com que vocês se dedicaram já faz delas um sucesso.

A vantagem de coordenar um projeto como esse é poder contar e ter no meu convívio, jovens com coração como o de vocês.

Um grande beijo e muito obrigada

Deborah Bahbout Zular – Coordenadora Geral

Célia Romão - 21/07/2014

Deborah e Clement foram um  presente na minha vida e depois veio o Patrick, sim esse ser que fez nós adultos a olharem com muita atenção o que estava acontecendo no mundo, as crianças não estavam brincando. Patrick deu um grito por todos os pequenos,  seus pais abraçaram essa causa. Brincar é aprender a lidar com seus medos, angustias e até mesmo aprender a vivenciar as alegrias, parece fácil mais não é. Eu me lembro no primeiro ano, eu peguei brinquedos aqui de casa, fiz roupinhas novas para umas bonecas e levei minha contribuição e desde então todo ano não importa o quanto, mas eu faço questão de ajudar  esse projeto se não se perder. Isso é amar ao próximo, fazer o mundo ficar melhor com seres preparados para amar e ajudar... Nós adultos precisamos ajudar essas crianças a terem um mundo melhor.

Adriana L. Sales e Ernani Napolitano - 15/05/2013

Participar da festa do Dia Das Crianças foi emocionante, não só pelo fato da entrega dos brinquedos, mas sim pela proximidade que tivemos com a população, que na grande maioria é esquecida. São nessas ocasiões que entendemos o quanto ainda precisamos melhorar como pessoas e como cidadãos.

Atendi mães jovens com três, quatro e até cinco filhos que independente das dificuldades estavam lá festejando e oferecendo oportunidades para seus filhos, seja de tirar uma foto, pintar o rosto, escovar os dentes, ganhar o brinquedo ou simplesmente comer e beber à vontade.

Na atividade da “foto”, atendi pais analfabetos (é, ainda temos muitos nessa cidade que é uma das maiores do mundo), crianças com problemas dentários e até descalças, mas independente disso tudo, todos estavam felizes.

Mas uma questão que me surpreendeu, foi a educação e comprometimento dos jovens que são alunos da escola. Eles abraçaram o projeto e dedicaram dias para a organização e limpeza da escola. Tive a oportunidade de conversar com alguns jovens que fazem parte do grêmio estudantil, que além de promover atividades para os alunos, interagem com os professores e diretores.

Fiquei feliz ao saber que boa parte desses alunos passa o dia inteiro na escola se dedicando as atividades extracurriculares que contribuem com a comunidade. Em certo momento pensei: “Eles só precisam de uma boa oportunidade porque a vontade já foi despertada”.

Outra observação que fizemos foi com os alunos que ficaram no palco cuidando do som e da música. Sem muitos estudos de música e sem muita tecnologia conseguiram animar a festa. É claro, que foi necessário ajuda dos responsáveis pelo projeto com alguns equipamentos e conhecimento para ligar o que havia disponível, mas ficou visível que bastar ter alguém para ajudar, o resto eles fazem.

Acredito que o grande objetivo do projeto seja o da integração da comunidade e a entrega dos brinquedos é o símbolo do agradecimento.

Agradecemos a oportunidade e aguardamos o convite para o próximo.

Clement Zular - 15/05/2013

Foi muito bonito e emocionante olhar para todas aquelas crianças e ver que, com certeza, em várias delas uma sementinha foi plantada. Talvez por causa dessa experiência, dessa valorização, elas se tornem, dentistas, músicos, atletas, fotógrafos, cabeleireiros, artistas plásticos, bailarinos, desenhistas, escritores, e muito mais.

Maya Brasiliano - 13/05/2013

Poesia é um passarinho muito raro.
Passa depressa.
A gente vai querer segurar, ele voa e vai-se embora.
(Cândido Portinari)


As crianças são isso, poesia pura. E é assim que tem que ser!

Criança curiosa, imaginativa, colorida, inventiva, de olhos brilhantes e coração aberto.

Criança que descobre os mil e um usos de uma folha de papel; que percebe que um cristal é também um arco íris, uma escultura, um espelho...

Criança que constrói vida com significado.

E poder contribuir na abertura de possibilidades, na ampliação da gama de conhecimento disponível para um grupo de crianças com tão poucos recursos me é necessário, fundamental. Parece pouco do ponto de vista quantitativo - afinal, passei pouco mais de 8 horas com elas - mas o que fica, qualitativamente, é forte. É importante. É verdadeiro.

Como eu posso afirmar? No registro de olhos iluminados, de belos sorrisos, de abraços sinceros...

Obrigada a toda a equipe por me deixar participar disso. Gratidão pura.

Um presente que levarei sempre comigo. E que espero poder entregar mais e mais vezes, a essas e outras crianças.

Gloria Susana B. Schainer - 11/05/2013

Como relatar essa experiência?  Impossível, pois, nós da classe média, ou eu, no caso, não tinha noção real da situação dos brasileiros considerados pobres, e isso na região (São Paulo) considerada a  mais rica do país. Sem a ajuda das empresas que doaram e ajudaram a fazer o dia da criança memorável para muita gente, esse projeto não iria adiante. A alegria que proporcionamos, amparada pela boa vontade das diversas pessoas e empresas é indescritível. Pretendo engajar-me novamente nesse projeto, modestamente, porém com todo  o coração. 

Marie Zular - 11/05/2013

Uma sexta feria diferente das outras, uma comunidade empenhada em ajudar e vários voluntários também.  Uma mistura maravilhosa para fazer mágica, alegria, risos, cabelos bonitos, fotos, brincadeiras e acreditem se quiser: Fila para escovar os dentes. E como não podia faltar, pula–pula, contadora de histórias, banda, pipoca e algodão doce. No final distribuição de brinquedos e muitos sonhos.

Sou voluntária há 52 anos e a cada experiência nova é sempre única, maravilhosa e um novo.

Felipe de Vasconcelos - 11/05/2013

Para mim foi um dia normal, mas se você parasse para observar e ver as crianças, dava para perceber a felicidade delas, dava para ver que era mais do que uma sexta feira qualquer, era realmente o dia das crianças.

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